O Festival de Cannes em nossa casa é e foi sempre um vôo de alegria, janela para esse outro olhar a que o cinema sempre nos convida.
Nunca fomos. Nem o Manel. Nem eu. Mas foi sempre «como se...».
Hoje inicia-se este Festival. Hei-de acompanhá-lo de perto.
E, na aparente estranheza das palavras, tenho muitas saudades do Festival de Cannes.
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